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Tanto tempo já faz que não te vejo, Que a saudade batendo me maltrata.

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Se eu pudesse me auto transportar
Junto a te mais que lépido eu estaria
E não mais tanto assim eu sofreria
Pois iria urgente te encontrar
Uma formar eu ainda ei de achar
E encurtar viu distancia e tão ingrata
Que me impede de dizer em serenata
Meu querer-te, meu te amar e o desejo.
Tanto tempo já faz que não te vejo,
Que a saudade batendo me maltrata.

Mote: Pedro Torres
Glosa: Oliveira do Cordel

Valdir Oliveira “Oliveira do Cordel”
© Direitos Reservados
Poemas e Poesias 3153284294626093951

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  1. Quero saber o responsável por esta publicação que publicou mote de minha autoria com o nome de outra pessoa e com logotipo de direito reservado para os devidos fins

    Pedro Torres Filhi, Advogado
    81 9968.2186

    Esse mote é de minha autoria. Favor entrar em contato urgente comigo!

    "Tanto tempo já faz que não te vejo,
    Que a saudade batendo me maltrata. "

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Assino em baixo e peço desculpas ao autor do mote. Apenas a glosa é de minha autoria. A fiz em uma das comunidades. Se necessário, o retirarei. Não sabia de quem era, mas agora sabendo, repararei o equívoco.

      Valdir Oliveira "Oliveira do Cordel"

      Mote de Pedro Torres.

      Tanto tempo já faz que não te vejo,
      Que a saudade batendo me maltrata.

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    2. Pronto amigos Pedro Torres e Oliveira o equívoco foi reparado e o blog se encontra a disposição de vocês para publicar o material que assim achem interessante. Acho louvável a atitude de Pedro como uma homem de lei e poeta como é em defender os direitos autorais não só de suas obras como de colegas. Inclusive um mote meu que publiquei há mais de três anos foi glosado por outro poeta mas dado os créditos a pessoa diferente e Pedro Torres que conhecia a autoria passou as informações devidas a esse rapaz que reconheceu o erro.


      Nas redes sociais eu já vi gente glosando mote dizendo ser autor do mesmo que pode passar para um leigo, mas para uma pessoa que pesquisa ou conhece a poesia popular não passa. Por exemplo eu já vi gente glosando mote que Lourival Batista cantou em 1948 e colocam nos créditos como sendo próprios.

      Parabéns Pedro por defender a poesia... Parabéns Oliveira por reconhecer e dá o valor necessário atribuindo os créditos.

      Léo Medeiros

      Excluir

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O Donzelo Azarado

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