Loading...

Não há machado que corte O tronco do nosso amor.

Eu sou feliz porque tenho
Você juntinho de mim
Meu doce de amendoim
A musa do meu desenho;
Garapa pura do engenho
De apetitoso sabor
Tens o perfume da flor
Exalando um cheiro forte
Não há machado que corte
O tronco do nosso amor.

Eu quero você comigo
Me fazendo cafuné
No almoço, no café
Meu refúgio, meu abrigo;
Eu quero seu ombro amigo
Na alegria e na dor
Em qualquer canto que eu for
Quero que seja meu norte
Não há machado que corte
O tronco do nosso amor.

Glosas: Léo Medeiros
Currais Novos - RN, 07/01/2012.
Poemas e Poesias 2563587136380667494

Postar um comentário

emo-but-icon

Página inicial item

O Donzelo Azarado

Entre em contato

Nome

E-mail *

Mensagem *