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Todo dia muda a cor Do quadro da minha vida

Já vivi na bebedeira,
Fui sambista e mestre-sala,
Hoje só tenho a bengala
Como minha companheira.
Choro por qualquer besteira
A cada emoção vivida,
Quando penso em despedida
Sinto aumentar minha dor.
Todo dia muda a cor
Do quadro da minha vida.

Hoje sou prisioneir o
Das lembranças do passado
Desprezei, fui desprezado,
Vivi como aventureiro,
Tracei um novo roteiro
Da meta a ser percorrida,
Mesmo tendo uma ferida
No coração sonhador.
Todo dia muda a cor
Do quadro da minha vida.

A cada hino que canto
Diminui minha aflição
E sinto em cada oração
Um alívio, um ac alanto.
Quando recorro ao meu santo
E à Virgem Concebida
Uma voz vem e convida
A semear o amor.
Todo dia muda a cor
Do quadro da minha vida.

Mote: Zé de Cazuza
Glosas: Wellington Vicente
Porto Velho, 10/03/2008.

http://www.luizberto.com/coluna/cordeis-volantes


Poemas e Poesias 1312031806272866087

Postar um comentário

  1. adoro poesias e fiquei curioso pra diquirir um livro desse grande poeta, como farei pra q isso aconteça
    sou Tertuliano e moro em carnauba dos Dantas

    ResponderExcluir
  2. Bom dia Tertuliano! Eu não sei se o poeta Wellington Vicente já lançou o livro dele, mas qualquer coisa vc pode entrar em contato e obter maiores informações no seguinte endereço:http://www.luizberto.com/coluna/cordeis-volantes

    abraços!!!

    ResponderExcluir

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O Donzelo Azarado

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