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Pego, à noite, o teu retrato Dou um beijo e vou dormir.

Meu bem eu vou lhe dizer
O seu modo me machuca
Já estou lelé da cuca
Sem saber o que fazer.
Eu sofro sem merecer
Por quem só quer iludir
De manhã penso em fugir
A tarde mudo de trato
Pego, à noite, o teu retrato
Dou um beijo e vou dormir.

Esquecer, tenho vontade
Mas uma força me atrai
Você da mente não sai
Nem mesmo por caridade;
Quando bate ansiedade
Eu saio pra distrair
Bebo às vezes até cair
Depois volto pro regato
Pego, à noite, o teu retrato
Dou um beijo e vou dormir.

Na hora que me levanto
Já trago você na mente
Pois mesmo estando ausente
Eu lhe vejo em cada canto;
No trabalho penso tanto
Que lhe chamo sem sentir
Vieram me advertir
Que eu ia pagar o pato
Pego, à noite, o teu retrato
Dou um beijo e vou dormir.

Mote: Wellington Vicente
Glosas: Léo Medeiros
Sobral, 16 de setembro de 2007.
Poemas e Poesias 587297448128030201

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  1. Meus amigos duvidaram
    mas você disse pra mim
    que ninguém te amou assim
    entre aqueles que te amaram
    Estrelas testemunharam
    e não me deixam mentir
    e nem querem consentir
    que haja outro candidato
    Pego à noite o teu retrato
    dou um beijo e vou dormir

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O Donzelo Azarado

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