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“Apesar das belezas da cidade, eu prefiro as imagens do sertão”.

Sou matuto, pois nasci no pé da serra
Como dizem: “Onde canta o sabiá!”
Pela ordem de destino vim de lá
E a saudade todo dia me faz guerra
Minha voz quando canto já emperra
Imprensada pela força da emoção
A lembrança me traz tanta pressão
Que afeta minha frágil sanidade
Apesar das belezas da cidade
Eu prefiro as imagens do sertão.

Sinto falta dum banho de açude,
Dum festejo, de uma pescaria,
De um leite bem puro todo dia,
Elixir natural para a saúde.
Esta vida na cidade não me ilude
Vivo aqui, mas não tenho vocação
Só desejo rever o meu torrão
Vendo tudo o que vi na mocidade
Apesar das belezas da cidade
Eu prefiro as imagens do sertão.

(Mote de autoria desconhecida)
Glosas: Wellington Vicente
Porto Velho, 05/12/2011.

Fonte:http://www.luizberto.com/coluna/cordeis-volantes
Poemas e Poesias 4242395038157372147

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  1. Caminhando na urbe pensativo
    eu me sinto oprimido na rotina
    Vejo o povo agitado em cada esquina
    desta selva de pedra que eu vivo
    Sinto falta de tudo que me privo
    com as luzes da civilização
    Vou sozinho por entre a multidão
    sem ver nada na rua que me agrade
    Apesar das belezas da cidade
    eu prefiro as imagens do sertão

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O Donzelo Azarado

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