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O tempo dá, depois leva Não devolve nunca mais.

Lembro dos meus vinte anos
No verdor da mocidade
Gozava a felicidade
De nada fazia planos;
Juntamente com meus manos
Eu dava saltos mortais
Hoje nos meus castiçais
Invés de luz vejo treva
O tempo dá, depois leva
Não devolve nunca mais.

Mote: Aloísio Lopes
Glosa: Léo Medeiros
Sobral, 03/10/2011.

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O Donzelo Azarado

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