Loading...

É pororoca de versos Na cachoeira da mente.

Quando estou a meditar
Sobre pequenos problemas
Um riacho de poemas
Pede para desaguar
Na imensidão do mar
Que detém tanto Repente
E a tristeza aparente
Some por vales diversos.
É pororoca de versos
Na cachoeira da mente.

Tudo enfim se ilumina
E aquela saudade boa
Num instante sobrevoa
Minha nação nordestina.
Meu ego já se inclina,
Meu olhar fica contente
E a bênção de Zé Vicente
Livra-me dos maus e perversos.
É pororoca de versos
Na cachoeira da mente.

Mote: Adaptação de um mote de Josemar Rabelo
Autor: Wellington Vicente
Porto Velho, 02/05/2008.
Poemas e Poesias 8022033203548386985

Postar um comentário

emo-but-icon

Página inicial item

O Donzelo Azarado

Entre em contato

Nome

E-mail *

Mensagem *