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Nos braços da minha amada Quase morri de carinho.

Há muito tempo passado
A data eu não vou citar
Conjuguei o verbo amar
Sem me queixar de pecado;
Vivi num reino encantado
Igualmente um canarinho
Que sai e volta pro ninho
Cantando pra namorada
Nos braços da minha amada
Quase morri de carinho.

Barreira não existia
Nosso viver era lindo
Ela vivia sorrindo
Eu tinha mais alegria;
A qualquer hora do dia
A noite, a tarde ou cedinho
Ela dizia: benzinho
A rede já está armada
Nos braços da minha amada
Quase morri de carinho.

O nosso amor era tanto
Que expressar, não consigo
O meu peito era um abrigo
Que alojava um encanto;
Meu pinho tinha mais canto
Meu pomar era verdinho
Seu cheiro tinha o gostinho
Da rosa mais perfumada
Nos braços da minha amada
Quase morri de carinho.

Mote: Josemar Rabelo
Glosas: Léo Medeiros
Sobral, 29/08/2009.
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  1. Recebendo a ternura
    dos braços do meu amor
    eu sinto todo calor
    que sente uma criatura
    Eu esqueço a amargura
    de quando vivi sozinho
    Sempre nela me aninho
    o que não troco por nada
    Nos braços da minha amada
    quase morro de carinho

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O Donzelo Azarado

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