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A Estátua de Jorge

Vejamos um clássico da poesia matuta, A estátua de Jorge, escrita por Alberto Porfírio e declamada por Léo Medeiros.



Alberto Porfírio, nasceu no município de Quixadá no dia 23 de dezembro de 1926. Figura amada e respeitada no meio da cantoria e do cordel, ele foi considerado um dos expoentes da poesia popular cearense.

Conhecido por sua inspiração no cordel, Alberto Porfírio foi autor de quase uma centena de folhetos e também de poemas, entre os mais conhecidos estão "Porque não aprendi a ler", "No tempo da lamparina", "Eu gostei mais foi do cão", "Cantiga da Dorinha" e "A estátua de Jorge". Autor, também, do livro "Poetas populares e cantadores do Ceará", escreveu um livro de sonetos e outro sobre as noites de viola na Casa de Juvenal Galeno.

O poeta popular recebeu do Jornal do Brasil menção honrosa especial pelos seus trabalhos como cantor-repentista.

Alberto Porfírio Silva, poeta popular, xilógravo e escultor, faleceu aos 83 anos, no dia 23 de setembro de 2009, vítima de insuficiência respiratória ocasionada por silicose, um tipo de fibrose pulmonar. O poeta deixou sete filhos, 20 netos e dez bisnetos. O corpo foi velado na Casa do Cantador e enterrado no cemitério da Parangaba.

Fonte: http://fotolog.terra.com.br/tupynanquimeditora

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